quinta-feira, 19 de outubro de 2017

Detox - Terapia Iônica - SPA Dos Pés !

  Saudações Amigas(os)!!! 



          Terapia Iônica - DETOX - SPA DOS PÉS                                     


     No mundo de abundâncias química de hoje, programas de limpeza e desintoxicação do nosso corpo tornaram-se cada vez mais importante, tanto para a manutenção da saúde como para o bem estar.

   
Quando nossos órgãos de desintoxicação, como o fígado fica sobrecarregado por poluentes ambientais e toxinas, como os encontrados no ar, alimentação,  água, etc..., eles ficam sobrecarregados com depósitos de gordura que se acumulam,  fazendo com que ocorra o crescimento de bactérias e fungos, comprometendo sua eficácia.



    O Detox pelos pés é uma nova tendência na área de tratamentos complementares, oferecendo conforto, comodidade e segurança, pois não é invasivo.

     A técnica do Detox trabalha diretamente com pontos de reflexologia localizados na planta dos pés  (mais de 2.000 pontos) e, como são gatilhados por Bio-ressonância, propiciam uma comunicação direta com: células, tecidos e órgãos, e agregada a isso uma agradável sensação de bem-estar e relaxamento pela imersão dos pés em água morna.

     Nessa condição o corpo libera toxinas e resíduos para fora. Os resultados são surpreendentes!




     Casos Clínicos :-



feminina, 82 anos, com esteatose hepática (gordura no fígado) - 3ª sessão : desentoxicação da visícula biliar.



femimina, 72 anos,não apresentando nenhuma somatização física - 3ª sessão.




Este produto não é destinado a diagnosticar, tratar,curar qualquer doença.Não é considerado exclusivo para uso médico.


Namastê!

domingo, 15 de outubro de 2017

Esgotamento mental não é frescura!

Saudações Amigas(os)!!!


“A estafa ou esgotamento é o resultado de um estresse repetitivo e prolongado. A partir de certo ponto, isso passa a diminuir a produtividade e esgota nossa energia”,.....


Depois de andar para lá e para cá o dia inteiro, trabalhar, ir à academia, fazer compras no mercado, seu corpo está esgotado e precisa de um descanso. Seu cérebro também. Muitas vezes não nos damos conta que, após um intenso trabalho intelectual, o cérebro também fica “cansado”, e também precisa de um tempo para relaxar. Ignorar essa necessidade pode causar uma série de problemas. No mundo moderno, em que uma grande parcela da população trabalha em frente a um computador, e em que cada vez mais se exige pensamento rápido, criatividade e empreendedorismo, é muito fácil deixar o cérebro “cansado”. Além disso, muitas vezes exige-se que ele trabalhe com energia total por períodos muito longos.
“Podemos dizer que o excesso de demanda da química necessária para manter o corpo e a mente ativados se ‘esgotam’ em algum momento”, alerta Sergio Klepacz, psiquiatra do Hospital Samaritano de São Paulo. Ele explica que essa química é composta por hormônios e neurotransmissores como cortisol (um dos grandes responsáveis pela preparação do organismo para os enfrentamentos dos desafios do dia a dia e das situações de perigo) e noradrenalina (neurotransmissor responsável pela sensação de motivação e também da atenção). “Vários estudos mostram queda nessas substâncias durante esses períodos de estafa”, diz. Por isso, as consequências mais imediatas são falta de atenção, dificuldade de memória, perda de concentração, pensamento mais lento, desânimo, alterações no sono e, é claro, cansaço – excessivo e crônico.
Às vezes o cansaço é tanto que é sentido fisicamente, com dores no corpo, dores de cabeça e até problemas gastrointestinais, como gastrites e úlceras. Por isso muitos pesquisadores afirmam que o esgotamento mental pode ser até mesmo mais grave do que o físico, pois pode causar danos tanto corporais como emocionais. Outro perigo é que muitas vezes ele é ignorado; então o cansaço se acumula e as consequências se agravam. Quando os primeiros sinais de alerta são ignorados, o problema vira uma bola de neve e pode desencadear uma série de complicações. Os problemas que mais surgem são o desenvolvimento de gastrites e úlceras, baixa da imunidade, com resfriados e gripes constantes, alergias, queda de cabelo, hipertensão, bronquite e alterações menstruais, entre outros.
Como essa química está atrelada ao sistema imunológico, as consequências podem ser fisicamente relevantes, com o aparecimento de quadros infecciosos que podem se agravar. “O esgotamento pode levar ao aumento da suscetibilidade para doenças, como, por exemplo, as cardiovasculares (hipertensão) e as autoimunes, tensão muscular, dor lombar ou cervical e distúrbios do sono”, aponta a psiquiatra Telma Ramos Trigo, da Associação Brasileira de Psiquiatria. Além dos estragos físicos, há também os emocionais. A relação com o próprio trabalho pode ser prejudicada, pois a baixa sensação de energia e a desatenção levam também à baixa produtividade e a erros.
A relação com as pessoas também pode ser prejudicada diante da falta de ânimo em interagir, da irritabilidade, da impaciência e das mudanças bruscas de humor. O que pode fazer com que a pessoa sinta-se sozinha, agoniada, ou até mesmo se isole. “Mentalmente, se não houver intervenção, o quadro pode ter consequências no sistema emocional, com o aparecimento de alterações de humor, tipo depressão, além de consequências em longo prazo para o cérebro”, destaca Klepacz. Um dos problemas que podem decorrer desse esgotamento mental é a síndrome deburnout, ou síndrome do esgotamento profissional, que acontece quando o cérebro entra em processo de falência e não consegue mais trabalhar direito.
Em inglês, o termo burnout é definido como aquilo que deixou de funcionar por absoluta falta de energia. Metaforicamente, é algo (ou alguém) que chegou ao seu limite, com grande prejuízo em seu desempenho físico ou mental. Ela foi assim denominada por psicanalista nova-iorquino, após constatá-la em si mesmo, no início dos anos 1970. A síndrome de burnout é um processo iniciado com excessivos e prolongados níveis de estresse no trabalho – ou seja, é uma consequência de um processo crônico. “A estafa ou esgotamento é o resultado de um estresse repetitivo e prolongado. A partir de certo ponto, isso passa a diminuir a produtividade e esgota nossa energia”, explica Trigo.
Um estudo da OMS (Organização Mundial de Saúde) colocou o burnout como uma das principais doenças dos europeus e norte-americanos, ao lado do diabetes e das doenças cardiovasculares. Apesar de estar intimamente ligada à vida profissional, não são só os trabalhadores que sofrem deste mal: estudantes e até desempregados também podem ser acometidos pela síndrome devido a preocupações e nervosismo, por exemplo. Para se tratar o esgotamento mental, recomenda-se o acompanhamento de um especialista e, às vezes, medicação. “Em se tratando de esgotamento puramente cerebral, parte-se para orientações sobre o manejo das situações estressantes, avaliação da necessidade de medicamentos, orientações para aumentar a resistência física do indivíduo e avaliação da necessidade de psicoterapia”, aponta Trigo.
A psiquiatra enfatiza a necessidade de buscar ajuda nesses casos. Segundo ela, muitas vezes a pessoa com estafa mental ou síndrome de burnout tende a se isolar ao invés de pedir ajuda, mas isso é fundamental para se resolver o problema. “Nosso cérebro é um órgão como qualquer outro. Na verdade, talvez um pouco mais complexo devido a trilhões de conexões. A grande questão é: por que ele não merece ajuda especializada assim como os nossos outros órgãos?”, questiona. Na hora de se tratar – e também de se evitar – o esgotamento mental, dormir bem e se alimentar adequadamente é essencial. Mas ter horas de relaxamento e diversão também. Muitas vezes as pessoas que sofrem com esses males investem muita energia no trabalho em detrimento de outros aspectos da vida, como família, amigos e lazer. Isso acaba causando um desequilíbrio que prejudica a qualidade de vida e o bem-estar. Os especialistas afirmam que o lazer também é parte importante do dia a dia e deve ser valorizado. “O segredo é poder compensar os momentos de estresse com momentos de prazer e diversão”, recomenda Klepacz.

Fonte: revista pazes.

Namastê!

Mensagem do Anjo da Semana!

Saudações Amigas(os)!!!

... Que desce para ajudá - lo em seus sentimentos.
Anime - se ... É hora de mudar por dentro !
Confie ... Desfrute ... Agora tem ajuda angélica.
Siga meu conselho ... É hora de viver com ...

Ordem e 
Clareza

Namastê!


domingo, 8 de outubro de 2017

Mensagem do Anjo da Semana!

Saudações Amigas(os)!!!

...Que desce para entregar - lhe um poder 
extraordinário: um fogo que já está
iluminando seu olhar ...
Sinta a força de tê - lo ...

Fé e
Persistência


Namastê!

domingo, 1 de outubro de 2017

Mensagem do Anjo da Semana!

Saudações Amigas(os)!!!

... Que desce para entregar -lhe um poder
extraordinário : um fogo que já está
iluminando seu olhar ...
Sinta a força de tê -lo ...

Força e 
Poder Interior


Namastê!

sábado, 30 de setembro de 2017

Como o seu corpo reage à uma sessão de Reiki, segundo a ciência!

Saudações Amigas(os)!!!

O Reiki, um método de cura por energia, foi disseminado pelo mundo com base em relatos de atendidos.

Relatos muitos vezes como:


“Não sei exatamente o que aconteceu mas garanto que ocorreu algo.”


Nem mesmo o receptor do método, Mikao Usui, tinha muitas explicações científicas para terapia que desejava propagar mundo a fora.


Certa vez, em uma entrevista, Mikao Usui, afirmou que tinha dificuldades para explicar como a terapia de cura por energia funcionava efetivamente e que se houvesse cientistas e médicos envolvidos com o Reiki que eles procurassem se dedicar ao estudo do assunto.

Desde então muitas pesquisas vêm sendo feitas, mas Usui, já alertava que provavelmente não seria fácil chegar a uma conclusão baseada na ciência.

A pesquisa feita por Dr. Robert Becker, Dr. Jonh Zimmerman e Max Cade.
Durante a década de 1980, Dr. Robert Becker, Dr. Jonh Zimmerman e Max Cade investigaram os efeitos de algumas terapias, dentre elas o Reiki.

O objetivo da pesquisa não era validar se o método era eficaz ou não, mas sim o que acontece com o terapeuta e com o paciente durante uma sessão.

Como o Reiki age no cérebro do receptor?
Nas pesquisas foi descoberto que o padrão de ondas cerebrais do receptor se sincronizam no estado alfa — um estado de relaxamento profundo, sem estar dormindo, a pessoa fica de olhos fechados mas não exibe nenhum esforço mental, não pensa no que tem que fazer depois dali, por exemplo, a ansiedade desaparece, a pessoa experimenta uma sensação de paz e bem-estar.



E além disso o pulso do receptor se sincroniza com o campo magnético da Terra, conhecida como Ressonância de Schumann, que vibra em 7,83 hertz.

O que acontece com as mãos do aplicador?

Uma década depois, Zimmerman e Becker continuaram os estudos, agora direcionados a pulsação do campo biomagnético que é emitido das mãos de praticantes de Reiki, enquanto estes estavam aplicando em seus pacientes.

A investigação revelou que o campo biomagnético das mãos dos praticantes é 1.000 vezes maior do que o normal.

Foi descoberto que os pulsos estão nas mesmas frequências, como as ondas cerebrais, de 0,3-30 Hz, com foco principalmente em 7 – 8 Hz, estado alfa.

Uma outra investigação, independente, constatou que esta série de frequências estimula a cicatrização no corpo, com frequências específicas sendo adequados para diferentes tecidos.



Por exemplo, 2 Hz encoraja a regeneração do nervo e o crescimento ósseo 7 Hz, na reparação de ligamento 10Hz, e 15 Hz formação capilar.

Becker explica que “ondas cerebrais” não estão confinados ao cérebro, mas circulam por todo o corpo através do sistema perineural, rede de tecidos que envolvem todos os nervos.

Durante o tratamento, estas ondas emitem pulsos no tálamo do cérebro do praticante, reunindo forças cumulativas que fluem para os nervos periféricos do corpo, incluindo as mãos.

O mesmo efeito se reflete na pessoa ao receber o tratamento, e Becker sugere que é este sistema, mais do que qualquer outro, que regulamenta a reparação de lesões e reequilíbrio dos sistemas biológicos do corpo.

Isso evidencia uma das características especiais do Reiki: tanto o terapeuta quanto o paciente recebem os benefícios em um tratamento, o que torna muito eficiente.

Fonte: reikicourses4u.com.
Por Jornada do Despertar
Atualizado em 23 de setembro de 2017


Namastê!

Estudo compara padrões do sono em casas com e sem luz elétrica!

Saudações Amigas(os)!!!


Diego Freire  |  Agência FAPESP – Um novo estudo observou diferenças no ciclo diário e na produção de melatonina entre pessoas que têm energia elétrica em casa – e são expostos à luz artificial à noite – e quem não tem acesso à eletricidade.

O estudo foi feito por pesquisadores do Brasil, do Reino Unido e da Suécia, que compararam padrões de sono de uma população de seringueiros e operários que vivem e trabalham em áreas remotas da Amazônia brasileira. 

Foi estudada uma população de cerca de 700 seringueiros no município de Xapuri, no Acre, residentes na Reserva Extrativista Chico Mendes. Os resultados, publicados em artigo na revista Scientific Reports, do grupo Nature, podem ajudar a avaliar o impacto da organização do trabalho na saúde e no bem-estar dos trabalhadores.

“A sociedade atual é muito exposta à iluminação elétrica artificial em adição ao ciclo de luz natural e isso tem impacto na duração e na qualidade do sono e, consequentemente, na saúde e no bem-estar. Restrições ao sono têm sido associadas a problemas como obesidade e diabetes do tipo 2, entre outros”, disse Claudia Roberta de Castro Moreno, da Faculdade de Saúde Pública (FSP) da Universidade de São Paulo (USP).

Moreno foi responsável pela pesquisa A organização temporal do trabalho e suas repercussões na saúde e bem-estar de seringueiros e operários que trabalham em uma reserva extrativista amazônica, realizada com apoio da FAPESP. O trabalho contou com a parceria de pesquisadores da Universidade Federal do Acre (UFAC), da Universidade Federal do Paraná (UFPR), da Universidade Católica de Santos (Unisantos), da University of Surrey, na Inglaterra, e da Stockholm University, na Suécia.

De acordo com Moreno, estudos que avaliam o impacto da exposição à luz elétrica no sono e na saúde são raros devido à onipresença da eletricidade na maior parte da população economicamente ativa.

“Estudar as comunidades em seu ambiente natural, sem eletricidade, ajudará a entender melhor a sincronização do ciclo natural de luz com o sistema de temporização circadiano, processo rítmico que ocorre no organismo todos os dias mais ou menos nos mesmos horários, independentemente de fatores externos.”

A realização do estudo na reserva extrativista também se beneficiou das semelhanças biológicas da população, em sua maioria descendente do mesmo grupo étnico.

“Trata-se do primeiro estudo realizado em uma população de trabalhadores não só com hábitos semelhantes, mas com origem étnica homogênea – a maioria descendente de nordestinos e que vive ali há gerações. Até então tudo o que tínhamos eram estudos em laboratório, muitas discussões sobre a exposição à luz intensa ‘arrastar’ o ritmo biológico, mas sem comparações na espécie humana”, afirmou.

Segundo Moreno, os seringueiros acordam muito cedo, às 4h da manhã, e vão trabalhar no seringal, regressando à tarde e adormecendo ao anoitecer por não terem energia elétrica em casa, expostos a uma alternância de 12 horas no claro e outras 12 no escuro. “É como uma volta ao passado”, disse.

Resultados

Os pesquisadores observaram que a eletricidade em domicílios tem impacto na duração do sono dos trabalhadores. Seringueiros com luz elétrica em casa dormem 30 minutos a menos por dia do que os que não têm eletricidade, o que equivale a uma perda de 2,5 horas de sono por semana.

O estudo foi realizado em duas fases. Na primeira, os participantes foram entrevistados por uma equipe da UFAC, que coletou dados demográficos e de estilo de vida e informações sobre o sono de cada um. Para a fase seguinte, foram selecionados três grupos de trabalhadores, de acordo com o horário e o ambiente de trabalho: operários que trabalham somente durante o dia, somente à noite e seringueiros que trabalham tanto de dia quanto à noite.

Nesta segunda fase, 20 trabalhadores de cada grupo foram acompanhados ao longo de 15 dias para registro de dados referentes à exposição à luz e ao ciclo do sono. Foram coletadas informações sobre o padrão de sono e de vigília, período em que se está acordado, por meio de actímetros – monitor portátil de atividade física. O registro dos movimentos dos indivíduos, estimado pelo movimento do braço não dominante, foi confrontado com os horários de exposição à luz.

Também foram feitas coletas de saliva. As amostras foram enviadas para São Paulo e, em seguida, para a University of Surrey, onde foram analisados os níveis de melatonina, hormônio produzido pelo cérebro durante a noite e que regula o sono.

Entre os resultados, a análise das amostras da segunda fase mostrou um atraso significativo no tempo de aparecimento da melatonina em trabalhadores com luz elétrica comparados ao outro grupo.

“A iluminação elétrica atrasou o início do sono e reduziu sua duração durante a semana de trabalho. Também parece interferir no alinhamento do sistema de temporização circadiano ao ciclo claro-escuro natural. Aos finais de semana isso leva a um ‘efeito reboot’, fazendo com que os trabalhadores durmam mais”, contou Moreno.

Popularmente conhecido como “relógio biológico”, o ciclo circadiano é o mecanismo interno de funcionamento do organismo que perfaz um ciclo de 24 horas nos processos bioquímicos, fisiológicos e comportamentais do indivíduo, durante o qual a temperatura do corpo, a atividade cerebral e a produção de hormônios variam com a mesma regularidade.

“A sociedade moderna promove um estilo de vida que trabalha contra o alinhamento circadiano, com o aumento da exposição à luz artificial e uso de equipamentos eletrônicos. O estudo contribuiu para ampliar o entendimento sobre o equilíbrio desejado entre a exposição à luz artificial e à natural e sua influência na saúde das pessoas”, explicou Moreno.

Os pesquisadores estudam agora o padrão alimentar de trabalhadores da região, que fazem uma refeição robusta às 5h da manhã, no início da jornada de trabalho. “Acreditamos que o efeito da alimentação também pode levar a diferenças importantes no funcionamento do organismo em comparação a populações que consomem apenas pão e café ao amanhecer, por exemplo.”

Os resultados da pesquisa publicados na Scientific Reports podem ser acessados em www.nature.com/articles/srep14074. 

Diego Freire Agência FAPESP - 24 de setembro de 2015


Namastê!